Para quem paga

Casos de baixa complexidade não deveriam consumir o item mais caro da rede.

O pronto-socorro virou a porta de entrada padrão da saúde suplementar. Medical Flux troca essa porta por uma triagem que decide, encaminha e comprova — com relatório do itinerário de ponta a ponta.

62%

Resolvido no digital

00:03:41

Tempo até a triagem

−25%

Idas ao PS · carteira piloto

Indicadores de referência de carteira piloto · hipótese apresentada como hipótese

Estratégia

Do piloto à escala, provando economia com dados de campo.

Fase 1

Piloto de 90 dias

Uma operadora, uma região, triagem por vídeo. Medir desvio de PS, tempo até atendimento e satisfação.

Fase 2

Rede

Check-in por geolocalização nas unidades parceiras, com elegibilidade validada antes da chegada.

Fase 3

Especialidades

Encaminhamento direto e exames, com histórico da triagem anexado.

Fase 4

Escala

Múltiplas operadoras e contratos por resultado, com gain share sobre economia comprovada.

Modelos comerciais

Contrato, meta e auditoria.

Cada fase tem uma promessa menor do que a próxima — e nenhuma promessa maior do que o que já foi medido.

PMPM por vida ativa

Valor fixo por beneficiário elegível, previsível no orçamento assistencial.

Taxa por direcionamento

Cobrança por encaminhamento efetivado, atrelada ao itinerário registrado.

Gain share

Participação sobre economia comprovada em campo, medida contra a linha de base.

Contexto de mercado

R$ 300 a 5.000+

Custo de um único atendimento de emergência em hospital particular, mesmo em caso simples.

Mercer Marsh Benefícios

77,2%

Sinistralidade das operadoras verticalizadas, a menor entre os modelos: coordenar cuidado reduz custo.

IESS / FenaSaúde

US$ 2,4 → 12,9 bi

Projeção do mercado brasileiro de telemedicina até 2034, CAGR acima de 20% ao ano.

Projeção de mercado, 2024

Piloto de 90 dias em uma região, com linha de base medida antes de começar.

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